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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Que papel estou desempenhando?

                                       Resultado de imagem para desafio do professor em sala de aula
Essa pergunta me fez pensar e voltar no tempo. Quando comecei a desempenhar a função de educadora, na instituição que atualmente trabalho era de forma castradora. Uma educadora onde todos tinham que fazer tudo ao mesmo tempo, perguntar nem pensar, se sujar muito menos mas felizmente isso acabou. Voltei aos estudos, busquei formação na área e aprendi que quanto mais oportunizamos atividades significativas, mais eles desenvolvem suas habilidades. O professor hoje tem o desafio, isso juntamente com 30 alunos, o que na maioria das vezes dificulta enxergarmos aquela criança que se destaca no meio de todos. Proporcionar atividades diferentes que  irão estimular esse aluno no conhecimento de novos saberes.  Na turma do jardim B tinha um aluno, o Pedro, 6 anos , se destacava dos demais por seus questionamentos que eram feitos na hora da rodinha, muitas vezes tinha que cortar a fala dele dizendo que em outro momento o assunto seria retomado. Ele usava um vocabulário diferente dos demais e tinha argumento para tudo que falava. A mãe relatou que ele adorava  assistir jornal nacional e globo repórter. É importante incentivar esse aluno , oferecer desafios, que vão além do currículo, que desenvolvam suas aprendizagens.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Ser diferente, não é ser incapaz

Resultado de imagem para ser diferente não é ser incapaz
O texto “Sobre crocodilos e avestruzes nos faz refletir e questionar sobre: Que mundo vivemos?  O que é ser diferente? Ser diferente é ser um sujeito incapaz? Esses questionamento me faz refletir o quanto é difícil para as pessoas que carregam esse rótulo, “ ser diferente”, viverem muitas vezes em um ambiente hostil em que as pessoas as veem   como uns coitadinhos incapazes. E é pensando nisso que o texto de Ligia Assumpção  do Amaral  direciona nosso pensamento  reflexivo para as questões pertinentes ao preconceito e a discriminação. Quando falamos em ser diferente não é só as características do cabelo, olhos ou corpo mas a tudo aquilo que é fora dos padrões de uma sociedade que se intitula normal. Sociedade está que trata as pessoas “diferente “como sujeito incapaz sem se darem conta, que este aluno tem suas limitações mas não é incapaz. Como professores podemos transformar esse preconceito, envolvendo a comunidade escolar, pais e comunidade  a participar de forma ativa em soluções que busquem o equilíbrio entre o diferente e a diferença.  Quando pensamos num fazer pedagógico  em que todos participem estamos construindo uma e sociedade mais justa  e participativa deste espaço em que todos convivem .
  “Brincando com as ideias, diria que a educação, como cada um de nós, deve escolher a roupa adequada para os dias frios assim como para os de calor, os alimentos compatíveis com o horário e/ou clima, os comportamentos para as situações de alegria ou tristeza, as expressões emocionais para públicos ou de intimidade... Em fim, escolher o melhor ( para cada um de nós e para aqueles que nos cercam)  Para um melhor viver.” Ligia Assumpção do Amaral, pág 22
Quando percebemos o outro, como um sujeito capaz nos despimos das atitudes preconceituosas, percebendo que cada criança/sujeito diferente é capaz desde que estimulada com brincadeiras e atividades que despertem a curiosidade delas ajudando-as a construir novo saberes.

Referências

   Amara, Ligia Assumpção do, Sobre Crocodilos e Avestruzes: Falando de diferenças Físicas, Preconceitos e Superações. 

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Dossiê de Inclusão


 Resultado de imagem para iguais mas diferentesSer diferente não quer dizer impossibilitado.

A interdisciplina Educação de Pessoas Especiais nos levou a fazer um levantamento sobre dados de inclusão e cheguei a conclusão que nós educadores não estamos preparados para atender essa criança que chega a escola e necessita de um atendimento especializado com recursos que garanta o desenvolvimento das potencialidades dessa criança. Crescemos ouvindo que todos nós somos diferentes, isto quer dizer que cada um de nós é especial no seu modo de ser. Nossas características estão pela forma como aprendemos, como vemos, sentimos e reagimos aos acontecimentos do meio em que vivemos. Diante deste contexto podemos concluir, que todos nós temos diferenças, mas ao mesmo tempo possuímos semelhanças com outras pessoas que apresentam as mesmas características. E é nessa singularidade do indivíduo e na sua pluralidade de grupo que se forma a vida em sociedade. Portanto para se viver em sociedade precisamos que nossas características individuais sejam respeitadas e reconhecidas. Trabalho em uma instituição de educação infantil que atende 32 crianças, divididas em três turmas ( Maternal, JB e JÁ), três educadoras e uma coordenadora. E nenhuma tem especialização em formação de educação especial. Trabalho nesta escola e em nenhum momento teve uma criança de inclusão. São muitas as diversidades sociais, mas acredito que é na educação, na família, e principalmente inicia na educação infantil. É um grande desafio a missão de respeitar, estimular a individualização, ao mesmo tempo em que deve incentivar a compartilhar sentimentos, comportamentos e valores comuns ao meio em que vivemos.
O princípio fundamental desta Linha de Ação é de que as escolas devem acolher todas as crianças, independentemente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais, linguísticas ou outras. Devem acolher crianças com deficiência e crianças bem dotadas; crianças que vivem nas ruas e que trabalham; crianças de populações distantes ou nômades; crianças de minorias linguísticas, étnicos ou culturais e crianças de outros grupos e zonas desfavorecidos ou marginalizados. (Brasil, 1997, p. 17 e 18).
 Portanto concluo essa lauda com três perguntas que me inquieta:
*Em que momento essa criança com necessidades especiais constitui um problema para as educadoras?
*Como proceder?
*De que forma utilizar esses recursos para fazer com que essa criança diferente possa ter acesso ao espaço público?


Referências:
Cadernos Pedagógicos- Fundação Mauricio Sirostsk Sobrinho
Mec/ Secadi Politica Nacional de Educação Especial na Perspectiva da educação Inclusiva
Lei Brasileira de Inclusão


domingo, 3 de setembro de 2017

Inclusão, História e Educação.

                Todos fazem parte de um imenso mundo cheio de diversidade. Desde criança ouvimos as pessoas falarem que todos nos somos diferentes um dos outros ao mesmo tempo que somos iguais isso quer dizer que cada um de nos tem sua personalidade caracterizando-se pela maneira que aprendemos, olhamos, sentimos e reagimos em relação ao ambiente que cada um vive.
                As diversidades sociais são muitas e estão presentes nas escolas: etnia, cultura, situação  socieconômica, situação de saúde, necessidades educacionais   especiais entre outras. A inclusão faz parte da realidade da escola. Não podemos fechar os olhos para esse momento de inclusão mas pensar na educação como um instrumento de desenvolvimento pessoal e social da criança e não como forma de rotula-la ou classifica-la cada criança é unica em sua peculiaridade. É importante entender a complexidade da inclusão escolar, que não é apenas incluir nas escolas os excluídos, apenas como formas de lei. Nos tempos atuais ser educador é um desafio, estamos em total turbulência e revolução na sociedade. A educação exige que tenhamos uma maior habilidade, sensibilidade e flexibilidade no fazer pedagógico.
         Dessa forma é importante acreditar na escola inclusiva, onde a criança seja valorizada em suas descobertas, aceita na sua diferença. Compreender que é na diferença que elas crescem, se afirmam e se constituem. A inclusão é um direito de todos, cada um deve ocupar seu espaço na sociedade.
                      
                       Por dentro da Escola: Educação Especial Inclusão. 



Referências:


A criança Descobrindo, interpretando e Agindo sobre o Mundo, Cadernos Pedagógicos, Fundo do Milenium