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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Diversidade e Preconceito.

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Todos nós fazemos parte de uma sociedade, estamos todos interligados e fazemos parte da raça humana. Pertencer á algum lugar nos faz pensar em quem somos, onde estamos e por que aqui estamos. Todos nós como pessoas somos autores e atores da nossa vida e desse modo devemos ter a consciência de que todas as nossas decisões, ações ou omissões tem consequências. Fazendo uma reflexão nesse sentido temos o compromisso de respeitar a vida, a individualidade e a diversidade. Todos são diferentes, com suas diferenças culturais, de religião, de etnias, conhecimento e de diferentes ritmos de aprendizagem. O Brasil é um dos países que tem uma fusão significativa de raças e essa rica diversidade deve ser respeitada através de atitudes e valorização das diferenças.

Essa reflexão foi feita em 2017 e de lá pra cá tenho percebido que o racismo e o preconceito só tem aumentado, percebo esse movimento dentro das escola, de forma velada mas acontece. A escola como espaço de aprendizado e construção de conhecimento deveria ser um lugar em que a criança se sinta acolhida, longe de olhares preconceituosos em relação a sua cor ou classe social. Em meu estágio, na hora do recreio presenciei a indiferença de alguns alunos  de outras turmas, em relação a classe social, econômica e racial. Em meus planejamentos, promovi alguns momentos de reflexão sobre diversidade e valores humanos, fazendo com que os alunos percebam que todos nós, somos a mistura de vários povos vivendo numa mesma sociedade. Esses momentos foram importantes, pelo menos com esse grupo pude trabalhar sobre preconceito e racismo. Apesar de vivermos em uma sociedade, ainda muito preconceituosa e racista, temos que acreditar que seja possível a construção de uma escola igual  para todos, em que o aluno seja reconhecido como cidadão de direito, que possuem diferentes culturas e que se possa repensar num currículo de acordo com a realidade, baseada em uma lógica de igualdade e direitos sociais. É importante que nós educadores, enquanto mediadores, possamos  oportunizar momentos de reflexão onde seja possível a construção de novos valores


                           Todos juntos somos mais fortes.

Bibliografia

Referencial Curricular Nacional para  Educação Infantil, volume 1 pag 35
O Educador no cotidiano das crianças: organizador e problematizador 2011, pág. 11

Legislação, Políticas e Influências Pedagógicas na Educação Infantil, volume 3
Missio, Luciani, Cunha Jorge Luiz da, Um olhar sobre a Educação no século XXI


quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Ser diferente, não é ser incapaz

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O texto “Sobre crocodilos e avestruzes nos faz refletir e questionar sobre: Que mundo vivemos?  O que é ser diferente? Ser diferente é ser um sujeito incapaz? Esses questionamento me faz refletir o quanto é difícil para as pessoas que carregam esse rótulo, “ ser diferente”, viverem muitas vezes em um ambiente hostil em que as pessoas as veem   como uns coitadinhos incapazes. E é pensando nisso que o texto de Ligia Assumpção  do Amaral  direciona nosso pensamento  reflexivo para as questões pertinentes ao preconceito e a discriminação. Quando falamos em ser diferente não é só as características do cabelo, olhos ou corpo mas a tudo aquilo que é fora dos padrões de uma sociedade que se intitula normal. Sociedade está que trata as pessoas “diferente “como sujeito incapaz sem se darem conta, que este aluno tem suas limitações mas não é incapaz. Como professores podemos transformar esse preconceito, envolvendo a comunidade escolar, pais e comunidade  a participar de forma ativa em soluções que busquem o equilíbrio entre o diferente e a diferença.  Quando pensamos num fazer pedagógico  em que todos participem estamos construindo uma e sociedade mais justa  e participativa deste espaço em que todos convivem .
  “Brincando com as ideias, diria que a educação, como cada um de nós, deve escolher a roupa adequada para os dias frios assim como para os de calor, os alimentos compatíveis com o horário e/ou clima, os comportamentos para as situações de alegria ou tristeza, as expressões emocionais para públicos ou de intimidade... Em fim, escolher o melhor ( para cada um de nós e para aqueles que nos cercam)  Para um melhor viver.” Ligia Assumpção do Amaral, pág 22
Quando percebemos o outro, como um sujeito capaz nos despimos das atitudes preconceituosas, percebendo que cada criança/sujeito diferente é capaz desde que estimulada com brincadeiras e atividades que despertem a curiosidade delas ajudando-as a construir novo saberes.

Referências

   Amara, Ligia Assumpção do, Sobre Crocodilos e Avestruzes: Falando de diferenças Físicas, Preconceitos e Superações. 

sábado, 9 de setembro de 2017

Somos Iguais mas Diferentes

Somos Iguais mas Diferentes

   Trabalho na área da educação infantil com a turma do JB, durante esse tempo que estou em sala percebo que nas atividades e nas brincadeiras, um menino  geralmente faz de tudo para deixar um determinado  colega de fora. O que me chamou atenção foi eles terem esse tipo de atitude em relação a esse menino. E foi na roda de conversa que percebi essa resistência ser maior, pois ele procurou sentar o mais longe possível do colega. Quando me aproximei dele e perguntei por que ele estava tão longe, ele respondeu: -Ele é preto profª. Isso me deixou sem palavras no momento, sem ação diante dessa afirmação. Diante dessa resistência decidimos trabalhar, Preconceito e a Diversidade que existe na escola, valorizando o diferente, respeitando á todos. Sempre procurando enfatizar que todos são iguais mas diferentes em suas peculiaridades, desde o cabelo até a cor de sua pele, são heranças herdadas de seus familiares. Esse menino em particular revelou um (pré)conceito em relação a diferença de cor do colega.

Atividade Proposta 

Somos Iguais mas Diferentes

Conversa informal sobre com  quem eles acham que se parecem, desde a cor dos olhos,cabelos, pele etc.. Mostrar que muitas vezes herdamos essas características dos familiares.

Que cor eu tenho?
Contação da história Menina Bonita do Laço de Fita.


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Caras e Bocas do colega

Pedir aos pais que enviem uma foto da criança para a escola. Recortar e colar num palito. Cada um poderá pegar dois palitos(boca  e olhos ) nessa atividade eles irão representar outro colega. 

                          Resultado de imagem para a criança  descobrindo suas diferenças através do desenho

Desde cedo deve-se trabalhar sobre o preconceito e a diversidade. A criança negra precisa se perceber como integrante da sociedade a qual ela pertence. É importante ter m cuidado com o nosso fazer pedagógico, desde a escolha de um livro. Respeitar as diferenças é importante, na reportagem da Nova Escola, a educação não tem cor https://novaescola.org.br/conteudo/410/educacao-nao-tem-cor nos mostra como as escolas têm combatido o preconceito racial através de projeto "A educação não tem cor". Nós enquanto educadoras temos a responsabilidade de trabalhar com a questão racial na escola, ajudando a criança a desconstruir estereótipos e praticas de racismo.
    "-O reconhecimento, valorização, o respeito e a interação das crianças com as histórias e as culturas africanas, afro-brasileira, bem como o combate ao racismo e a discriminação" (DCNEIS, 2010,p.12). 

domingo, 11 de junho de 2017

Alunos da Eja

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Foi um tema instigante de se trabalhar. Fomos provocadas a ir além de uma simples leitura sobre o assunto em questão. O aluno da EJA sofre com o preconceito, a família, os amigos não acreditam em seu potencial. Muitos mal terminam o ensino fundamental e começam a trabalhar para ajudar no sustento da casa. O tempo passa e eles percebem que com a pouca formação que têm não conseguem ir adiante, voltam aos estudos. Na maioria das vezes é na escola que eles conseguem, através daquele professor atento a ter estimulo para seguir em frente. O aluno da EJA é um sujeito com peculiaridades específicas de acordo com a fase que ocupa na vida adulta.



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